terça-feira, 10 de janeiro de 2012

ACUPUNTURA NO TRATAMENTO DA ESCLEROSE MÚTIPLA






Esclerose múltipla atinge principalmente mulheres entre os 30 e 40 anos de idade. A proporção é de duas mulheres para cada homem

A esclerose múltipla é uma doença neurológica crônica que aparece frequentemente em adultos jovens e é a segunda maior causa de sequelas neurológica ficando atrás apenas dos traumas. “Ainda é comum as pessoas pensarem que a esclerose múltipla é uma doença relacionada a pessoas idosas. Mas isso é um erro. Os sintomas aparecem dos 15 aos 50 anos e podem agravar caso não seja feito o tratamento adequado” explica o Fisioterapeuta Gustavo Oliveira. Em todo o Brasil, são cerca de 24.000 pessoas com a doença. Nos Estados Unidos, a incidência é bem maior, atingindo 200 pessoas a cada 100 mil habitantes
A esclerose múltipla é uma doença auto-imune, ou seja, é ocasionada pelo próprio organismo, que agride o revestimento dos neurônios como se fosse um corpo estranho, danificando, assim o funcionamento correto na transmissão de impulsos nervosos. O diagnóstico é feito através de um histórico clínico detalhado associado a exames clínicos e neurológicos e confirmado por três exames: Ressonância Nuclear Magnética para avaliação das placas de desmielinização, a punção lombar para retirada de líquor da medula para pesquisa do aumento das gamaglobulinas e Potenciais Evocados para avaliar a condução do impulso nervoso pelo Sistema Nervoso Central.
Os sintomas mais comuns da esclerose múltipla são: visão borrada, fraqueza e peso em uma ou nas duas pernas, contraturas musculares nas pernas, visão dupla, vertigens, vômito, falta de coordenação motora, adormecimento ou formigamento dos membros, incontinência fecal e urinária bem como dificuldade na fala. E nos estágios avançados da doença há completa paralisia.
Ainda não existe cura para a doença o tratamento é feito com remédios e com sessões de terapias manuais visando a reabilitação do e uma melhor qualidade de vida ao portador da Esclerose Múltipla. Entre as terapias manuais está a Acupuntura.

A acupuntura ajuda a eliminar a sensação de peso, dor e formigamento dos membros, fazendo com que a pessoa volte a ter facilidade para andar. Também tem se observado sucesso na redução do estresse e melhora na sensação de bem-estar contribuindo para uma melhor qualidade de vida. Estudos mostram que se o tratamento começar na fase bem inicial da doença, os sintomas podem ser eliminados e a progressão da doença ser detida. ”Deixo sempre claro para meus pacientes que tratamento com acupuntura não consiste em curar o portador, mas de auxiliar o tratamento no alívio dos sintomas e no retardo do progresso da doença. E como em qualquer tratamento, quanto mais rápido começarem as sessões, melhores serão os resultados” diz Gustavo Oliveira.
Outra técnica utilizada pelo Fisioterapeuta Gustavo Oliveira é a no tratamento da esclerose múltipla é a Craniopuntura ou Escalpuntura, que é a acupuntura realizada em pontos sobre o crânio. O crânio é um micro sistema, ou seja, representa todo o corpo na cabeça e seus pontos podem ser estimulados como se estivéssemos estimulando os próprios órgãos e vísceras do corpo.
De acordo com o especialista a técnica apresenta ótimos resultados no alívio da dor crônica, paralisias, tratamento de danos neurológicos decorrentes de acidentes vasculares cerebrais, doenças degenerativas como esclerose múltipla, hipertensão, cefaléias, ciatalgias, lombalgias e principalmente em dores músculo-esqueléticos.

Estatística - Dados da Associação Brasileira de Esclerose Múltipla, mais de dois bilhões de pessoas sofrem com a doença no mundo inteiro. No Brasil a doença ataca 18 de cada 100 mil habitantes. A esclerose não é hereditária, atinge normalmente mais mulheres, principalmente as que estão entre 30 e 40 anos, do que homens, podendo também ser observada em crianças.

Os sintomas da esclerose múltipla variam de acordo com a área do cérebro afetada. Os mais comuns são:

·         Dormência
·         Fraqueza
·         Baixa visão
·         Vertigens
·         Paralisia em um ou mais membros (isso pode durar horas, dias, semanas ou meses)
·         Choro súbito
·         Incontinência fecal e urinária
·         Dificuldade na fala

Eu, Gustavo Oliveira estou a disposição.




quinta-feira, 5 de janeiro de 2012


NOVO ENDEREÇO DE ATENDIMENTO, SÓ NÃO MUDO A QUALIDADE DO ATENDIMENTO, SÓ MELHORA!


Eu , Gustavo Oliveira estou a disposição.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

SINDRÔME DO DESFILADEIRO TORÁCICO




A Síndrome do Desfiladeiro Torácico resulta da compressão de estruturas neurovasculares na região denominada desfiladeiro torácico. É classificada em neurogênica, caracteriza-se por compressão do plexo braquial que cria uma série de sintomas com dor, parestesia e por último perda de força muscular, ou vascular, quando a compressão que se dá no desfiladeiro comprime o plexo vascular causando sintomas de ordem vascular é importante salientar que cada um deles possui seu mecanismo próprio de compressão; Podendo ser causado por uma estrutura óssea supranumerária, no caso uma costela cervical extra que pode existir em alguns indivíduos, que aumenta a compressão sobre o plexo seja ele vascular ou nervoso, ou ainda uma diminuição do espaço costoclavicular causado por alterações biomecânicas que pode gerar os mesmos inconvenientes, mas que terá seu tratamento diferente.
Trata-se de uma entidade clínica com uma prevalência de 3 mulheres para cada homem ocorrendo entre 20 e 50 anos, que leva a limitação das atividades laborais e AVDs.
O diagnóstico clínico pode ser realizado através de uma hiperabdução do braço, podendo ainda acrescentar a rotação da coluna cervical para o lado oposto e ainda solicitar a contração isométrica dos músculos cervicais a fim de aumentar a compressão sobre os plexos, a fim de verificar o surgimento da sintomatologia e está manobra é denominada de teste de Adson. Claro que exames complementares como RX, ressonância magnética, angiografia e a eletroneuromiografia irão confirmar a hipótese diagnóstica.
NA SEGUNDA PARTE IREMOS ABORDAS OS TRATAMENTOS POR MIM PROPOSTOS.


Eu gustavo Oliveira estou a disposição.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

SINDRÔME DO TÚNEL DO CARPO




É uma síndrome na qual ocorre a compressão do nervo mediano ao nível do túnel do carpo estrutura formada pelos ossos do carpo e o retinaculo flexor, por onde passa além de estruturas vasculares e nervosas 9 tendões que  juntos passam por esse estreito túnel, que se afunilam como um conjunto de fios que passam por um tubo condutor de pequeno tamanho.
Pode ser causada por fatores que levem a um aumento da pressão sobre o nervo mediano como uma tendinite ou tenossinovite que por sua vez na sua maioria são causadas por esforços repetitivos  (LER /DORT) ou um trauma direto que provoque uma inflamação é comum em mulheres gravidas o aparecimento desta patologia pois elas tendem a reter líquidos e com isso ocorre um aumento da pressão sobre o nervo mediano.
É importante ressaltar que patologias como síndrome do desfiladeiro torácico e radiculopatias cervicais podem mimetizar seus sintomas por isso é importante que um profissional capacitado possa realizar uma avaliação através de testes específicos que irão diferenciá-la. E caso o medico ache necessário a realização de uma eletroneuromiografia que avaliará os potenciais de condução do nervo mediano.
Entre seus sintomas estão a dor dormência "formigamento" nas mãos que podem irradiar para os braços podendo evoluir para fraqueza, perda da sensibilidade e atrofia muscular; Tende a se acentuar a pois trabalhos manuais que realizem flexão do pulso  normalmente os pacientes tendem a acordar durante a noite devido ao incomodo o que não permite ao indivíduo ter um sono reparador afetando assim sua qualidade de vida, vale ressaltar que existe uma maior prevalência maior em mulheres  que em homens, porém de modo geral indivíduo que se submetem a esforços repetitivos submetendo o sistema  osteomuscular a uma sobrecarga excessiva. 
É importante salientar que o melhor tratamento é a pretensão, porém como nossa sociedade não há a cultura da prevenção, vamos ao tratamento: Tratamento antiinflamatório seja ela medicamentosa que somente deve ser indicada por um medico ou o uso de terapias não medicamentosas com recursos fisioterapêuticos como a eletroterapia a Termoterapia repouso e algumas vezes pode der necessária a imobilização , mas nossa experiência com terapias manuais tal como a Osteopatia, o RPG e a Acupuntura vem nos demonstrando resultados mais satisfatórios e rápidos.


Eu, Gustavo Oliveira estou a disposição.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011



CRÂNIOTERAPIA



Em acupuntura cerca de cinqüenta por cento das técnicas usam micro sistemas, neste, destaca-se a crânioacupuntura; A crânioterapia resulta da interconexão entre a medicina tradicional chinesa e a Neurofisiologia.
Podemos defini-la como método recente em relação aos milênios da medicina tradicional chinesa e está técnica se baseia na puntura de áreas especificas do crânio com o intuito de estimular áreas correlatas do córtex cerebral, devido a uma forte correlação existente entre o escalpo e o córtex cerebral.
Está técnica além de tratar é um excelente meio de diagnóstico usado pelos acupunturistas pois as áreas que durante a pressão manual na avaliação apresentarem maior sensibilidade deverão ser tratadas com maior ênfase, pois reflete um desequilíbrio interno do corpo que deve ser tratado tanto de forma curativa mas também preventivamente.
Estudos realizados em 1965 já demonstravam ótimos resultados sobre afecções do sistema nervoso, mostrando resultados na pratica muito relevantes nos casos de AVC, Parkinson, esclerose múltipla e paralisia supra nuclear progressiva a despeito destas verifica-se uma melhora do quadro ou a estabilização da doença, não queremos dar a impressão de que se trata de cura, pois sabemos que são quadros que necessariamente precisam de acompanhamento médico e que ainda não tem curta, estaremos focados na melhora da qualidade de vida do pacientes.
Paralelamente ao desenvolvimento da crânioacupuntura neurológica, o DR. Yamamoto somou suas experiências e criou sua própria metodologia com aplicabilidade em quadros álgicos do sistema músculo esquelético como também em paralisias e distúrbios de órgãos internos.
Na realidade de certa forma a acupuntura craniana se assemelha a acupuntura auricular e demais técnicas reflexas da acupuntura, porém com existem penetrações neurovasculares passando através do crânio e em estudos verificou-se a existência de nervos perfurantes que levam o estimulo realizado no couro cabeludo diretamente para o encéfalo em áreas específicas.
O uso desta técnica não implica que  paciente não deixa de realizar  outras formas de tratamento, mas lentamente pode diminuir o consumo de medicamentos para o alívio das dores. Um dos maiores benefícios, além da ausência da dor, há uma diminuição da sintomatoçogia e a redução dos efeitos colaterais causados por esses remédios, como gastrite, lesões hepáticas e renais à longo prazo.

Basicamente localizam-se 11 áreas fora pontos que pertencem aos meridianos e estas 11 áreas podem ser divididas da seguinte forma:
1-      Área motora que pode ser utilizada nos distúrbios motores do lado contra-lateral em casos como AVC principalmente;
2-      Área sensitivas utilizada para o tratamento de desordens sensitivas contra-lateral , dores articulares e /ou em áreas correspondentes do corpo;
3-      Área de controle de tremor e do tônus muscular usada parara o tratamento de espaticidade, torcicolo, tremor nos membros entre outras afecções que tenham como sintomas estes;
4-      Área sensitiva e motora do fortalecimento dos MMII utilizadas especialmente em lombalgias e ciatalgias o agulhamento deve ser sempre contra-lateral;
5-      Área acessória motora ou área de associação de idéias do movimento que deve ser usada nos casos em que há dificuldade do indivíduo em executar o movimento mesmo quando o mesmo e capaz de fazê-lo, porém a compreensão do movimento não acontece;
6-      Área do controle dos vasos sanguíneos podendo ser utilizada nos casos de hipertensão e na promoção da circulação sanguínea em áreas específicas que foram acometidas por alguma doença que provoque a falta de uma boa irrigação de sangue local.
7-      Área da audição e da vertigem usada em casos de labirintite ou doenças que levem a alteração do mesmo;
8-      Área do equilíbrio também utilizada em distúrbios de equilíbrio;
9-      Área visual esta em especial apresenta mwww.gustavooliveirafisio.com.brelhores resultados quando associada a pontos sistêmicos para melhoras de problemas visuais;
10-  Área associada à visão utilizada em distúrbios visuais que alterem a  nitidez de imagens e em especial em seqüelas de AVC ou patologias que afetem a mesma;
11-  Área da linguagem utilizada para o tratamento de afazias motoras onde ocorre a dificuldade de nomear pessoas e objetos levando em casos extremos a mudez, logo   está área pode ser especialmente utilizada em pacientes acometida por esclerose múltipla, seqüelas de AVC e TCE e casos de demência e até mesmo no Alzheimer.