segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Xô Estresse!





Acupuntura pode ser boa aliada no combate ao estresse.A técnica mexe com neurotransmissores responsáveis por sintomas do estresse como ansiedade, irritabilidade, apatia, depressão, sono perturbado, libido reduzida, hiper
sensibilidade emocional, dificuldade de concentração e menor disposição para atividades físicas. As agulhas são "espetadas" em pontos específicos com o objetivo de aliviar os ponto de tensão do corpo.

Faça das agulhas sua aliada no combate ao estresse e viva muito melhor.Para agendar uma consulta basta ligar para o meu consultório (81) 3231-3756
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Dia Internacional do Idoso






Hoje,1 de outubro, é comemorado o Dia Internacional do Idoso.Pernambuco tem 10,9 da sua população com mais de 60 anos.Isso significa que 428.877 é o número que correspondem à população de idosos com mais de 70 anos que vive em Pernambuco.E até 2025 o Brasil será o sexto País do mundo com quantidade de idosos.Diante desses números,torna-se imprescindível cuidar da saúde para se envelhecer com mais qualidade de vida.

Ao longo da minha vida profissional tenho defendido o investimento na Fisioterapia Preventiva,sempre com a finalidade de proporcionar ao corpo e a mente condições para uma vida mais harmoniosa e com mais qualidade.


quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Dignidade respeito


     O que seria mais básico?
coisas básicas como não comprimento de horários  marcados previamente com o profissional sem se comunicar com o mesmo com antecedência para se possível realizar um reagendamento.
ter o reconhecimento dos pacientes pelos serviços prestados.

domingo, 2 de setembro de 2012

TRATAMENTO DA DOR CRÔNICA.


O tratamento de dores crônicas com técnicas não medicamentosas
tem ganhado muito destaque pois além de muito eficientes se feitas por um profissional capacitado e acostumado a lidar com esses problemas e tem uma perfeita compreensão de como funciona o corpo e compreende também as implicações futuras de se conviver com a DOR CRÔNICA que leva a inúmeras mudanças morfológicas e funcionais do corpo, podendo assim trata-las preventivamente e possibilitando a melhora da qualidade de vida.


Eu, Gustavo Oliveira coloco-me a disposição para maiores esclarecimentos deste processo.

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

OMBRO CONGELADO





Deve-se compreender que diversas patologias que acometem o ombro apresentam sintomatologia em comum como dor e limitação de movimento, nem por isso devemos considerá-la como moléstia única, ou agrupá-las sob o diagnóstico de Capsulite Adesiva do Ombro, pois diversas patologias que causam encurtamento de tecidos moles podem causar confusão com a verdadeira CAO, pois nesta há uma verdadeira contratura da cápsula responsável pela limitação de movimento (MORELLI e MORELLI, 1989). A síndrome clínica denominada Capsulite Adesiva do Ombro ou periartrite aderente ou ainda ombro congelado é caracterizada por dor e perda progressiva dos movimentos glenoumeral nas três posições fundamentais – elevação anterior, rotação interna e rotação externa, sem que haja alguma causa do tipo bloqueio mecânico que a explique, havendo perda progressiva tanto do movimento ativo quanto de movimento passivo (JOHNSON, 2000; CALLIET, 1979; MOREIRA e CARVALHO, 1996; SKARE, 1999; DAVID e CHATTOPADHYAY, 1999).
Devemos ressaltar a importância da sua complexidade, pois a articulação glenoumeral é a de maior amplitude de todas as articulações e a mais instável, formada por uma esfera e uma concavidade pouco profunda. A capacidade funcional do ombro não se restringe à função da articulação formada pela cintura escapular. Das sete articulações que compõem a cintura escapular, três têm características morfológicas de articulações verdadeiras: articulação glenoumeral, acramioclavicular e esternoclavicular. As outras quatro articulações são apenas denominadas fisiológicas: escapolo-torácica, supraumeral, escapulo-costal e costoesternal (KAPANDJI, 1990; SOUZA, 2001; CALLIET, 1979).
A capsulite adesiva do ombro é uma entidade clínica mal compreendida, tendo achados anatomopatológicos e radiológicos uniformes e quadro clínico característico, sendo este um problema comum na prática clínica. Contudo, o exame radiológico simples não mostra alterações, mas a artrografia é patognomônica e deve sempre ser usada para um diagnóstico preciso. Pois durante o exame há dificuldade de se injetar mais de 5 ml de contraste, quando normalmente não é difícil a injeção de 15 ml. A imagem mostrará uma obliteração que cruza o recesso axilar até a cabeça do úmero e às vezes apresentando ruptura por pressão do espaço subescapular (MORELLI e MORELLI, 1989).
É muito importante que se faça o diagnóstico diferencial das diversas entidades patológicas que acometem o ombro. A CAO deve ser, desde o início, diferenciada, pois se trata de uma entidade bem estabelecida, com quadro clínico, radiológico, anatomopatológico e com tratamento próprio (CIRIAX, 1975). Por ser pouco conhecida quanto à sua etiologia está sujeita a grande variação de abordagens terapêuticas (GOLDINHO et al, 1995).