quinta-feira, 13 de setembro de 2012
domingo, 2 de setembro de 2012
TRATAMENTO DA DOR CRÔNICA.
trata-se de uma questão de saúde pública e de melhorar a qualidade de vida das pessoas.
O tratamento de dores crônicas com técnicas não medicamentosas
tem ganhado muito destaque pois além de muito eficientes se feitas por um profissional capacitado e acostumado a lidar com esses problemas e tem uma perfeita compreensão de como funciona o corpo e compreende também as implicações futuras de se conviver com a DOR CRÔNICA que leva a inúmeras mudanças morfológicas e funcionais do corpo, podendo assim trata-las preventivamente e possibilitando a melhora da qualidade de vida.
Eu, Gustavo Oliveira coloco-me a disposição para maiores esclarecimentos deste processo.
tem ganhado muito destaque pois além de muito eficientes se feitas por um profissional capacitado e acostumado a lidar com esses problemas e tem uma perfeita compreensão de como funciona o corpo e compreende também as implicações futuras de se conviver com a DOR CRÔNICA que leva a inúmeras mudanças morfológicas e funcionais do corpo, podendo assim trata-las preventivamente e possibilitando a melhora da qualidade de vida.
Eu, Gustavo Oliveira coloco-me a disposição para maiores esclarecimentos deste processo.
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
OMBRO CONGELADO
Deve-se compreender que
diversas patologias que acometem o ombro apresentam sintomatologia em comum
como dor e limitação de movimento, nem por isso devemos considerá-la como
moléstia única, ou agrupá-las sob o diagnóstico de Capsulite Adesiva do Ombro,
pois diversas patologias que causam encurtamento de tecidos moles podem causar
confusão com a verdadeira CAO, pois nesta há uma verdadeira contratura da
cápsula responsável pela limitação de movimento (MORELLI e MORELLI, 1989). A
síndrome clínica denominada Capsulite Adesiva do Ombro ou periartrite aderente
ou ainda ombro congelado é caracterizada por dor e perda progressiva dos
movimentos glenoumeral nas três posições fundamentais – elevação anterior,
rotação interna e rotação externa, sem que haja alguma causa do tipo bloqueio
mecânico que a explique, havendo perda progressiva tanto do movimento ativo
quanto de movimento passivo (JOHNSON, 2000; CALLIET, 1979; MOREIRA e CARVALHO,
1996; SKARE, 1999; DAVID e CHATTOPADHYAY, 1999).
Devemos ressaltar a importância da sua complexidade,
pois a articulação glenoumeral é a de maior amplitude de todas as articulações
e a mais instável, formada por uma esfera e uma concavidade pouco profunda. A
capacidade funcional do ombro não se restringe à função da articulação formada
pela cintura escapular. Das sete articulações que compõem a cintura escapular,
três têm características morfológicas de articulações verdadeiras: articulação
glenoumeral, acramioclavicular e esternoclavicular. As outras quatro
articulações são apenas denominadas fisiológicas: escapolo-torácica,
supraumeral, escapulo-costal e costoesternal (KAPANDJI, 1990; SOUZA, 2001;
CALLIET, 1979).
A capsulite adesiva do ombro é uma entidade clínica
mal compreendida, tendo achados anatomopatológicos e radiológicos uniformes e
quadro clínico característico, sendo este um problema comum na prática clínica.
Contudo, o exame radiológico simples não mostra alterações, mas a artrografia é
patognomônica e deve sempre ser usada para um diagnóstico preciso. Pois durante
o exame há dificuldade de se injetar mais de 5 ml de contraste, quando
normalmente não é difícil a injeção de 15 ml. A imagem mostrará uma obliteração
que cruza o recesso axilar até a cabeça do úmero e às vezes apresentando
ruptura por pressão do espaço subescapular (MORELLI e MORELLI, 1989).
É muito importante que se faça o diagnóstico diferencial
das diversas entidades patológicas que acometem o ombro. A CAO deve ser, desde
o início, diferenciada, pois se trata de uma entidade bem estabelecida, com
quadro clínico, radiológico, anatomopatológico e com tratamento próprio
(CIRIAX, 1975). Por ser pouco conhecida quanto à sua etiologia está sujeita a
grande variação de abordagens terapêuticas (GOLDINHO et al, 1995).
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
Lombalgia:Uma dor que precisa ser tratata
Diante de todas as tecnologias do mundo moderno os principais
inimigos dos músculos e dos ossos são o computador e o sedentarismo. Nos
consultórios, as reclamações mais ouvidas são relativas à lombalgia, mais conhecida como dor lombar. Mesmo não sendo uma doença, é um tipo de dor que
pode ter diferentes causas, como por exemplo, má postura, obesidade,
sedentarismo, hérnia de disco entre outras. As
estatísticas mundiais são taxativas: 85% de toda a população tem, teve ou terá
dor na coluna. Isso significa que em cada grupo de 1 mil pessoas, apenas 150
não sofrerão com dores na coluna vertebral. Se você não quer viver ou passar
por esse desconforto invista da Fisioterapia como uma forma de ter mais
qualidade de vida.
Fatores de risco para desenvolvimento da
lombalgia incluem realizar trabalhos
com má postura, movimentos repetitivos de elevação ou sustentação de pesos e obesidade.
Outras vezes, a lombalgia pode ser
causada por inflamação, infecção, hérnia de disco, escorregamento de vértebra,
artrose e até problemas emocionais. “A Lombalgia é caracterizada pelas dores na
região mais inferior da coluna vertebral, podendo irradiar para as nádegas e
membros inferiores” diz o Fisioterapeuta Gustavo Oliveira.
As crises dolorosas apresentam-se em um
ciclo de dor que duram alguns dias, podendo em alguns casos tornar-se constante
ou desaparecer, retornando depois de algum tempo. “Durante a crise da Lombalgia o paciente
não agüente permanecer sentado ou em pé, pois essas posições provocam o
aparecimento da dor. A persistência dos sintomas passa a ser um fator
extremamente limitante sob o ponto de vista social e profissional” explica o Fisioterapeuta Gustavo Oliveira.
Entre os tratamentos para lombalgia
estão as sessões de fisioterapia e acupuntura, que tem função analgésica e
antiinflamatória e atua, também, na melhoria o fluxo energético local, pois os quadros
dolorosos podem ser decorrentes de bloqueios energéticos. “O paciente deve
realizar o tratamento fisioterapêutico diariamente até a completa remissão dos
sintomas” reforça Gustavo Oliveira.
Diagnóstico- A avaliação clínica adequada é indispensável para o diagnóstico
apropriado e consequentemente um melhor tratamento. Essa avaliação é composta
pela anamnese (questionário) e o exame físico do paciente, já que envolve diversas
estruturas que fazem parte da coluna e dos elementos musculares que se correlacionam.
É complexo obter um diagnóstico das causas por trás da lombalgia e seus
sintomas relacionados, como ciática. Um diagnóstico completo é feito através da
combinação do histórico médico do paciente, exame físico e, quando necessário,
testes diagnósticos como raio-x e ressonância magnética.
Causas da Lombalgia
- Excesso de peso
corporal/obesidade;
- Posturas
incorretas quando se está sentado ou de pé durante longos períodos de
tempo
- Traumatismos da
região lombar, com ou sem fratura
- Hérnias de disco na região lombar
- Fratura dos ossos
da coluna lombar pela Osteoporose
Não se acostume com a dor.
Cuide-se
- Não descuide de sua postura
- Inclua as sessões de Fisioterapia no seu dia-a-dia
- Inclua sessões de Acupuntura
- Evitar flexão do tronco e uso de cadeiras baixas
- Sentar em cadeira com bom suporte lombar e repouso dos braços
- Não realizar atividade física intensa sem acompanhamento
profissional
- Não levantar objetos pesados de qualquer jeito
- Evitar sentar por tempo prolongado; trocar de posição
frequentemente
- Evitar torções
- Para quem dorme de barriga para cima o ideal é colocar um rolo
de posicionamento ou almofadas embaixo dos joelhos, a coluna permanece relaxada
nessa posição;
- Para quem dorme de lado o correto é utilizar um travesseiro
entre os joelhos, a coluna fica alinhada;
- Paciente que dorme de bruços a recomendação é mudar este hábito.A Coluna Cervical sofre
pressão e a Coluna Lombar também.
O fisioterapeuta Gustavo Oliveira atende com hora marcada em seu consultório,na Boa Vista, bem como faz Atendimento Domiciliar
Fone:(81) 8881-9201
OSTEOPATIA CRANIANA E INSÔNIA
OSTEOPATIA CRANIANA NO TRATAMENTO DA INSÔNIA
Depois de anos atuando como fisioterapeuta quase que exclusivamente trabalhando com Osteopatia e Acupuntura, obtendo resultados incríveis Tive casos diversos dos mais rotineiros como lombalgias , cervicalgias, ciáticas entre outras e também alguns casos pouco usuais como crianças hiperativas e queixas de insônia que pude associar com acupuntura sempre em dias diferentes, para poder aferir os resultados da terapia com raros casos em que mães preocupadas com a saúde de seus filhos os levava a mim , fiquei muito surpreso quando uma mãe me ligou para resolver um problema de insônia de seu bebe, pois a forma como a saúde é tratada no brasil não é rotina que nos procure para tratar de uma problema de saúde tão sério que, ois afeta a qualidade de vida do indivíduo e seu desempenho e normalmente não é tratado precocemente
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